domingo, 23 de junho de 2013

Vale a pena contratar um Personal Trainer ?


Muitas pessoas desejam iniciar uma atividade física, mas não gostam ou não têm tempo para freqüentar uma academia. Aí então, pensam em fazer exercícios sozinhos, em casa, na sala de ginástica do prédio ou no clube. Mais uma vez, surgem empecilhos como a preguiça e a falta de conhecimento.
O que fazer? Nesses casos, o personal trainer pode ser a solução.
As vezes, contratar um personal sai mais barato do que frequentar uma academia de primeiro nível. Além disso, se você tiver disciplina, seguir à risca as orientações do professor e, principalmente, não faltar às aulas, terá, com certeza, ótimos resultados.
Assim, a motivação, o acompanhamento (visando segurança e eficiência), treinos personalizados (adequados a cada aluno), horários compatíveis com a sua rotina e a possibilidade de fazer aulas em casa, são as grandes vantagens de contratar um personal trainer.
O seu treinador deverá fazer uma avaliação física ou encaminhar o aluno para fazer os exames e testes, antes de iniciar as atividades. A partir dos resultados, será montado um programa de exercícios com base no nível de condicionamento e objetivos do aluno, levando em conta os equipamentos disponíveis.
O personal trainer mudará o seu treino sempre que achar necessário (geralmente a cada dois meses) de forma progressiva.

Dicas:

Contratar um personal trainer é tão importante quanto escolher um médico ou dentista;
O profissional deve ser formado em Educação Física e ter registro no Conselho Regional de Educação Física (CREF);
Deve haver uma boa sintonia e simpatia entre o aluno e o professor;
O personal trainer não pode prescrever dietas (a não ser que tenha formação em Nutrição) nem trabalhar com reabilitação de lesões, sem o acompanhamento de um médico ou fisioterapeuta;
Quanto mais profissional for o relacionamento, melhor.
Muitos vips têm este acompanhamento, mas mesmo os mortais podem ter os mimos de um personal.

Invista em você!

sábado, 1 de junho de 2013

O que você faria com 5 anos a mais ?


Texto retirado do blog de Renato Dutra - Vale a pena ler : http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/saude/o-que-voce-faria-com-cinco-anos-a-mais/

A população mundial vem fazendo cada vez menos atividade física, e isso não é novidade. Todos sabem dos malefícios causados pelo sedentarismo: sobrepeso, fatores de risco, uma série de doenças. Talvez a maioria não saiba ainda que pela primeira vez na história da humanidade, a atual geração de crianças viverá cinco anos a menos do que a nossa. Isso mesmo, ao invés de ocorrer o processo natural de melhoria da qualidade de vida e assim termos uma geração mais saudável e longeva, teremos filhos que sofrerão mais com doenças causadas pela vida moderna.

Se o leitor não estiver acreditando no que afirmo, por favor assista este video.
(copie e cole em seu navegador) http://www.youtube.com/watch?v=gaScgx0dLEU
A organização We Are Designed to Move (Somos feitos para o movimento) trava uma batalha contra a inatividade física entre as crianças ao redor do mundo. Não só por causa dos problemas de saúde que aumentam entre os jovens, mas principalmente porque serão adultos doentes, com baixo desempenho acadêmico e profissional. Em outras palavras, a criança que não se mexe hoje, será um adulto que viverá com maiores dificuldades. E tudo isso vai gerar um custo considerável para a economia global.

A educação física escolar não tem recebido a devida atenção e as consequências já aparecem. Por exemplo, nos Estados Unidos a maioria dos colégios passou a adotar a educação física como atividade extra curricular. No Brasil, ainda faz parte da grade curricular. Todavia, com menor carga horária que outras disciplinas e sem considerar que o desenvolvimento das capacidades físicas e todo o processo de aprendizagem motora tem uma relação estreita com o desempenho acadêmico e profissional.

Até os dez anos de idade, os hábitos são formados e depois servirão como referência na fase adulta. E já citei em outros textos que são os pais que devem dar o exemplo e praticar exercícios. A geração atual pagará por isso com cinco anos a menos, ou não.
Depende de nós.